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dia 18 de junho de 2011 duas marchas diferentes, mas com muito em comum se uniram em Florianópolis em uma linda manifestação que parou a maior avenida da cidade, quase sofreu repressão mas venceu pelo próprio espírito de um dos protestos: o direito de liberdade. Amplo, polêmico, com diferentes visões e ideologias, todos presentes e apenas desejando serem respeitados. Vejam as fotos.

Evento dos mais politemáticos que já foi visto em Florianópolis. Diversas tribos e ideologias, até opostas, lutando por algo comum: direito a liberdade! Lindo de se ver… e eis as fotos em https://picasaweb.google.com/ventomar/MarchaDaLiberdadeEMarchaDaVagabundas18062011Florianopolis.

Contei aproximadamente 300 participantes no trapiche da Beira-mar e 150 ao final na frente da casa do Governador. Cartazes muito divertidos (como pode-se ver nas fotos) e criativos protestando sobre coisas ótimas (desde os direitos animais, contra mídia comercial, NET-TV, respeito às mulheres, liberação de maconha, etc) e outras realmente revoltantes (como o Estupro RBS).

Duas passeatas se uniram por identificação, gerando manifestações bonitas: a marcha das vagabundas e a marcha da liberdade.

O público principal era formado de estudantes nível médio e universitários, todos muito jovens, idealistas e inexperientes; a marcha era pela liberdade após aprovações pelo STF do direito a esse tipo de manifestações, em momentos fomos “orientados” pela PM para não seguirmos nessa ou aquela direção ao ponto deles formarem barricada na avenida (vide fotos https://picasaweb.google.com/ventomar/MarchaDaLiberdadeEMarchaDaVagabundas18062011Florianopolis). Mas como protesto era absurdamente pacífico ninguém encarava apenas se desviava e atendia parcialmente o pedido segundo em frente. Estava prevista da Catedral, trapiche até o Koxixos. Neste a gurizada se arrepiou e falou: – Vamos até a casa do governador!

Não deu outra… aí a polícia que se arrepiou ao ponto de levantar os cacetetes para desviarmos e ficamos apenas na ciclovia. Até que respeitou-se e tudo acabou bem. Espero que o governador ouça um pouco do que o povo falou naquele dia… e considere.

E VIVA OS DIREITOS DOS PROFESSORES (os Catarinenses que estão em greve pelo governo daqui não lhes permitir o mínimo federal)!!! Estes sim deviam ganhar igual aos deputados e senadores daqui, com exatamente os mesmos benefícios. O que acham?

Algumas outras reportagens sobre esse dia:

http://storify.com/juliaeleguida/marcha-da-liberdade-dia-18-de-julho-em-florianopol esta concentra várias informações sobre o evento e de diversas fontes! RECOMENDO

Minhas fotos: https://picasaweb.google.com/ventomar/MarchaDaLiberdadeEMarchaDaVagabundas18062011Florianopolis.

http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/donnadc/19,380,3357041,Cerca-de-200-pessoas-participam-da-Marcha-da-Liberdade-na-Avenida-Beira-Mar-Norte-em-Florianopolis.html

http://www.consuladosocial.com.br/?p=110482

http://www.alquimidia.org/sarcastico/index.php?mod=pagina&id=12036&grupo=116

http://ateuligente.blogspot.com/2011/06/marchas-da-liberdade-e-das-vagabundas.html

http://arraf.forumaqui.net/t4662-marchas-da-liberdade-e-das-vagabundas-se-unem-em-sc

http://www.flickr.com/photos/eduardovalente/5850304175

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5193785-EI8139,00-Marchas+da+Liberdade+e+das+Vagabundas+se+unem+em+SC.html

http://nejaim399.wordpress.com/2011/06/19/marcha-das-vadias-e-da-liberdade-se-juntam-em-sc/

http://correiodobrasil.com.br/fotos-da-marcha-das-vagabundas-e-marcha-da-liberdade-florianopolis-18062011/258330/

http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2011/06/493128.shtml

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/06/18/marcha-da-liberdade-reuniu-300-jovens-em-florianopolis/

Dicas para viagem à Europa

… e algumas servem para qualquer lugar.

A pedidos do amigão Henrique e outros que querem fazer um tour pela Zoropa, resolvi listar coisas que valem a pena pensar antes de planejar uma viagem desse tipo e durante:

  1. Passagens e época do ano
    1.1 É famosa a dica de comprar passagens fora da temporada turística, que costuma ser  no verão do lugar onde se está indo. Por isso planejamos nossa viagem à Europa para o fim do inverno deles (que é de novembro a fevereiro), em fevereiro. A desvantagem de ir nesta época é o frio, mas para quem nunca conviveu com neve pode ser uma boa experiência desde que se precaveja (veja a seguir).
    1.2 Sempre planeje com antecedência para também poder comprar as passagens o quanto antes. As empresas tem lotes de passagens e a medida que vão se aproximando a data da viagem só restam as passagens mais caras e os piores lugares nos aviões. Portanto se planeje cedo para poder comprar o quanto antes.
    1.3 Contrate um bom agente de viagens, algum que seja realmente confiável. Para minha viagem eu contactei diversas agências, apenas 3 me enviaram orçamentos com o que foi solicitado, e a única que respondeu todos meus contatos foi a agência da universidade onde trabalho.
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  2. Escolha e tempo em cada lugar
    2.1 Tenha clareza do que gostas de fazer e que tipo de coisas gostarias de conhecer:
    Se és um urbanóide que não curte insetos não planeje conhecer lugares famosos pela sua natureza e sim as cidades históricas; ou se não curtes ouvir as pessoas não planeje uma viagem de mochileiro se hospedando em casas de pessoas e sim em Hostels ou hotéis; se não toleras o frio não viaje no inverno e evite lugares assim, etc.
    2.2 Tem bem claro os motivos que te levarão a conhecer cada lugar, mas seja maleável ao chegar lá para imprevistos que te impeçam de cumprir teus planos à risca. Não te decepciones e sempre tenha ideia de um plano B e outro plano C na manga; por exemplo, antes de sair do Brasil compramos passagens de trem pelo EuRail, pacote para um mês livre. Chegando nos últimos 5 dias de viagem, que seriam em Portugal, nos deparamos com uma greve dos maquinistas – conclusão: deixamos de visitar um ou outro lugar por não existir outra forma de transporte e praticamente não andamos de trem nesse país.
    2.3 Após definido o roteiro das cidades e lugares, sugiro uma média de 2 a 3 dias por cidade e no máximo um dia em cada lugar-atração.
    2.4 Lembre-se que é bons ter uns dias para descansar, então a cada 3 dias, tente organizar ao menos um deles com programação mais parada, sem muitas caminhadas e de preferência em casa/alojamento ou arredores, quando será o tempo para recuperar as forças e lavar roupas, por exemplo.
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  3. Trânsito pelo local: trem, ônibus, carro, avião, a pé ou bicicleta
    Definido seu roteiro, escolha a forma de deslocamento local que mais lhe convém. Para comprar passagens, pesquise nos sites  e em sua agência de turismo favorita. Normalmente comprar por agência é mais seguro e as orientações compensam qualquer pequena diferença de preço em relação à internet. Planeje isso com antecedência e bem antes de sair do Brasil, junto à sua agência.
    Outra questão interessante é se for comprar passagem pela net, pesquise em um site generalista (como o submarinoviagens) e ao conhecer os melhores preços entre diretamente no site da empresa e compre por lá, SEMPRE sai mais barato pois os sites (como o submarino) cobram uma taxa de serviço para vender as passagens de terceiros.
    3.1 Trem:
    Para quem curte aproveitar a paisagem dos caminhos é a melhor opção. Pesquise em sites como http://www.raileurope.com.br/ (para cidadão que moram fora da europa) ou o http://www.interrailnet.com/ para quem tem moradia na Europa (pois este é mais barato mas só para quem mora lá) e após estas pesquisas veja as mesmas condições com seu agente de viagens. Para viajar quando estiver na Europa, veja os horários nos sites das empresas dos trens. Os melhores que visitei são das empresas alemã http://www.deutschebahn.com/ , austríaca http://www.oebb.at e suiça http://sbb.ch/.
    Alguns, como a alemã, são tão precisos que você pode colocar o nome do ponto de ônibus de onde vai sair até onde vai chegar que ele dá todas as conexões e os tempos de viagens (ao menos na Alemanha).
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  4. Máquina fotográfica
    Se você ainda não tem uma câmera fotográfica ou se deseja comprar uma melhor: DEIXE PARA COMPRAR NA EUROPA. Os preços são aproximadamente 1/3 a 1/2 do preço no Brasil – comprado em loja, com a desvantagem da garantia ser válida apenas lá. Mas se comprares logo que chegar já vale a pena. Comprei uma câmera e acessórios em Praga, na República Tcheca, muito em conta.
    Não compre uma MEGASUPERPOWER-câmera se não tens curso de fotografia ou muita experiência para utilizar todos seus recursos. Eu tenho alguns cursos profissionalizantes e disciplinas de fotografia pela universidade, e ainda assim compro só câmeras compactas pois tem todos os recursos que necessito. Comprar uma câmera cara sem ser profissional é como gastar uma grana comprando uma Ferrari para andar apenas no trânsito congestionado de São Paulo capital, ou nas ruelas pequenas e cheias de curva de cidades históricas de Minas Gerais. Um ótimo site para pesquisar as melhores câmeras para o seu caso é o http://www.cameraversuscamera.com.br/. Vale para ver modelos e comparar com outras opções equivalentes.
    Em Praga eu comprei uma câmera compacta com GPS, que já tinha pesquisado no Brasil antes de ir. As vantagens de uma câmera com GPS em uma viagem é que ela facilitará a sua localização quando for publicar suas fotos em sites que possuem georreferenciamento, que são os casos do Panoramio, onde posto as fotos de paisagens e lugares, e do Picasa onde publico as fotos pessoais, com pessoas, amigos, festas, etc.
    A câmera que recomendo, sem GPS é uma compacta comprada por causa da relação custo benefício e ótimo zoom e relativamente resisente, como a Nikon P100 ou posteriores (comparação aqui http://www.cameraversuscamera.com.br/cameras/np500/ck_np500.htm) e para quem gosta de georreferenciar suas fotos recomendo a Nikon Coolpix P7000 (http://www.cameraversuscamera.com.br/cameras/np7000/ck_np7000.htm), ou quem sabe algo como a Sony Cybershot DSC-HX5V (as Cybershot costumam dar problemas nos canhões das lentes, cedo ou tarde – http://www.cameraversuscamera.com.br/cameras/shx5v/ck_shx5v.htm), ou ainda algo como a Samsung HZ35W.
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  5. Levar ou não computador? E celular?
    5.1 Computador: Tens necessidade de usar o computador nas tuas férias? Te dispõe ao risco de acontecer algo com ele? E a carregar o peso? E a ter preocupação com segurança? Se respondeste afirmativamente para estas quatro perguntas leve-o, senão repense.
    Computador pode ser muito útil para conseguires informações de última hora. Mas não é em todo canto que existe internet, bem pelo contrário. O mais comum é existir rede gratuita, mas com acesso que necessita algum cadastro em local que desconheces e não está claro, o que torna seu uso inviável. Nos aeroportos a net é acessível mas sempre paga.
    5.2 Celular: se tiveres um aparelho com frequência que funcione na Europa, vale a pena cadastrá-lo em sua operadora para transmitir mensagens e receber as mesmas. Mas os custos de ligações recebidas e realizadas é indecente e não compensa. Talvez algum acesso a internet compense para não levar computador. Verifique antes se a frequência do modelo do teu aparelho funciona lá, junto à sua operadora e ainda assim esteja preparado caso não funcione (isso aconteceu comigo).
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  6. Segurança
    Passei um mês na Europa e não tive problema algum com furtos ou segurança. Mas ouvi alguns relatos de pessoas que foram furtadas em diversos lugares como trens e outras aglomerações. Por isso recomendo o uso constante de uma “doleira” ou micro-pochete de pano por baixo da roupa, onde deverás levar teus documentos e as notas de dinheiro de maior valor. Valores pequenos para uso rotineiro, como pagar o metrô ou ônibus, pode-se levar num bolso. Pelos comentários de conhecidos que vivem na Europa os países mais pobres são onde mais precisa se preocupar com furtos. Passeamos por países assim, mas não passamos por nada desagradável felizmente.
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  7. Seguro de viagem ou de vida?
    Pesquise bem antes de viajar e não saia de casa sem seguro.
    Existem seguros de vida, como o oferecido pelo Banco do Brasil, que cobre tudo o que acontecer em viagem, além de ser mais em conta do que seguro de saúde em muitos casos. Faça com antecedência de pelo menos um mês para poder entender bem como funciona e como acionar em caso de necessidade.
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  8. Quanto gastei?
    todos com quem conversei fizeram essa pergunta, como falei, depende de vários fatores com a época do ano, onde se hospeda e o que come.
    - Considerando que comprei as passagens para duas pessoas com antecedência de quatro meses;
    - HOSPEDAGEM, considerando que fiquei hospedado em casa de amigos ou em CouchSurfing; mas em todos os casos eu fazia compras para a casa de todos os mantimentos para o período que fiquei em suas casas, além de levar-lhes algumas lembranças do Brasil como: CDs de música brasileira, artesanatos locais daqui, pão-de-queijo pré-pronto em pó que fazia com meus hospedeiros, e bebidas brasileiras;
    - que usei as passagens de trem para um mês prioritariamente, como já falei acima:
    Gastei com:
    Passagens de avião
    daqui de Florianópolis para a Europa para duas pessoas em outubro de 2010: U$1377,00 + TAXAS = R$2740,24 x 2 pessoas = R$5480,48
    Passagens de Trem EuRail para um mês para duas pessoas, primeira-classe, em dezembro de 2010: R$3.693,60
    Gastos lá: estadia, alimentação passagens urbanas (ônibus, metrô, etc), reservas para os trens, uma ou outra roupa e lembranças, tudo para duas pessoas durante fevereiro de 2011 (29 dias): R$ +- 3000,00 Eu fazia saques de 300 a 400 euros por vez em caixas eletrônicos que se encontra em qualquer lugar (no meu caso desde que tenham a bandeira PLUS, que é da Visa).
    TOTAL: R$ em torno de R$ 12.000,00 para duas pessoas.
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  9. Mala, mochila, tamanho e como arrumar?
    Se pretendes ficar apenas em um local acredito que malas são mais seguras. Mas se pretendes viajar por vários lugares leve mochilas e certifique-se que conseguirá carregar TODA sua bagagem na mão/costas por longas distâncias a pé caso seja preciso.
    Mas como fazer isso? Leve apenas o essencial e deixe espaço para as algumas peças de roupa que precisarás comprar por lá (veja item a seguir).
    O que é o essencial? uma peça de cada tipo de roupa e só!
    Eu levei o que considerava básico e mais um ou outro par de coisas que obviamente não usei. Tentarei lembrar minha lista básica:
    O que Levei e usei: um casacão duplo de penas com forro (que eu já possuia de quando morei nos EUA), duas calças grossas, umas 3 ou no máximo 4 camisetas e umas 2 ou 3 camisas, sendo uma de manga comprida e grossa. 5 pares de meias, sendo algumas grossas e uma polaina. Um par de luvas, um gorro bem bom de lã de alpaca ou algo assim dos andes. Cachecol. Cuecas.
    O que Comprei lá: consegui uma calça de esquiar com meu cunhado que me salvou em toda a viagem, as minhas daqui não davam conta do frio. Se ele não me emprestasse eu compraria uma. O mesmo em relação às luvas. Comprei uma meia-calça de inverno absurdamente quente que sempre que estava na neve eu usava por baixo de tudo.
    Como arrumar? enrolar as roupas faz com que elas ocupem melhor os espaços e se tornem mais fáceis de encontrar, de tirar e de colocar novamente na mochila depois.
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  10. Roupas adequadas e o que mais levar?
    Leve o básico, e apenas isso, e reserve algum(ns) dia(s) na sua programação para comprar roupas mais adequadas na Europa. Se vais para lá no inverno não adianta comprar roupa sequer no Brasil pois aqui não existe roupa adequada para neve. Em compensação lá encontramos roupas com qualidade superior pelo mesmo preço daqui ou menos. Estas mais econômicas encontra-se até em supermercados e grandes lojas de departamentos em promoções do tipo: casacão para neve, ou par de luvas para neve, ou meia-calça grossa (sim, isso me salvou várias vezes do frio e não é só para mulher) qualquer coisa por valores entre 5 e 20 euros no fim do inverno na Alemanha, em fevereiro.
    Levar fronha é bom, a não ser que você confie nos travesseiros alheios e nas últimas pessoas que podem ter babado neles.
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  11. Preciso saber falar o idioma de todos os países que irei?
    Sim, um pouco e em partes.. e Não, nada mais que isso se souberes se virar bem em inglês.
    Até na famosa Paris, onde sempre ouvi falar que todos se recusam a falar inglês, fui bem atendido em inglês em quase todos os lugares. MAS SEMPRE TOMEI O CUIDADO de perguntar em francês se a pessoa falava português, espanhol, inglês (sempre nessa ordem), quando as pessoas prontamente respondiam normalmente: English… e aí tudo seguia normalmente.
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    E sim, onde quer que vá, hoje em dia, somos obrigados a saber falar a língua inglesa, além de pelo menos mais uma além de sua nativa. E vale muito a pena aprender algumas frases na língua de onde vai, como cumprimentos, agradecimentos e perguntas básicas de orientação e ajuda. AS CULTURAS DE CADA POVO SÃO SEMPRE DIFERENTES DA NOSSA, PORTANTO JAMAIS POUPE EXPRESSÕES EDUCADAS COMO POR FAVOR E, MUITO OBRIGADO, de preferência na língua deles !!! (nada que um google translator não ajude a treinar antes de sair do quarto)
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  12. Diferenças culturais, aproveite esse tempero!
    Como acabei de falar, tome muito cuidado com diferenças culturais e por isso não economize em educação.
    Vale MUITO aproveitar todos os momentos que puder desfrutar da cultura de cada lugar. Enquanto estivemos lá tentamos provar as comidas locais e comê-las como seus nativos o fazem. Desta forma descobrimos muita coisa deliciosa!
    Já minha namorada fez questão de copiar músicas de cada país onde nos hospedamos, desde típicas até as populares ouvidas por nossos amigos.
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    Neste sentido uma cena nos chamou muita atenção, em Paris em um dia corrido pensamos em fazer um lanche rápido ao meio-dia e optamos por uma pizzaria que tinha um tentador prato de cogumelos. Entramos, aguardamos enquanto ouvimos na mesa ao lado as pessoas falando em português brasileiro. Prontamente perguntei se eram do Brasil, o que confirmaram e falaram orgulhosamente que estavam passando uma semana de férias em Paris e que no começo tiveram dificuldade para comer, mas felizes da vida disseram que no segundo dia resolveram tudo pois encontraram um restaurante brasileiro que servia um ótimo arroz com feijão, bife e batata e desde então quase sempre comiam por lá!!!!!!
    Que loucura!!!!???… você paga uma grana para sair do país e estando lá tudo o que quer é sua própria cultura??? Eu apenas respeitei eles e ri por dentro, mas bem… pesquise bem e tente aproveitar ao máximo a cultura alheia em sua viagem!
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    BOA VIAGEM, depois me conte tudo como foi e poste seu relato em forma de comentário aqui mesmo.

ENJOY IT!

http://hypescience.com/elas-gostam-dos-dificeis-pesquisa-mostra-que-mulheres-realmente-sao-complicadas/

No dia 17 de outubro de 2010 recebi um texto do cientísta político Lauro Mattei, da UFSC, comparando a campanha eleitoral de 1989 com a deste ano (Texto abaixo).

A grande surpresa é que hoje vi a notícia na TV do candidato José Serra, do PSDB, dizendo que a agressão que recebeu ontem no RJ foi muito bem planejada… sim, pelo PSDB para denegrir a campanha do PT, como aconteceu em 1989.

Não votei no PT no primeiro turno e estava bem decidido a não votar também neste segundo turno, mas o baixo nível das campanhas de ambos candidatos me deixou sem opção. O que mais tem me divertido nesta campanha são as contradições históricas, que tem sido motivo de piada. Por exemplo a clássica crítica do pessoal que apóia ao (moto-)Serra ao programa dito paternalista que é o Bolsa-família, que dá até R$200,00 por mês por família (NOOOOSSA!), e que tirou muita gente da pobreza levando um mínimo de dignidade pra quem realmente precisa.

Agora o palhaço do Serra quer dar 13. para os atendidos pelo Bolsa família além de aumentar seu valor. Aí sim que não estimulará o trabalho… é um apelão mesmo. O 13  salário é a recompensa ao trabalhados por um ano de trabalho, não faz sentido para bolsista, não acha?

Outra piada deste “atentado do PT ao Serra no RJ” foi que o candidato se disse atingido por um rolo de durex, e teve que ir à UTI fazer ressonância magnética, e ficou o dia seguinte sem atividades (ó coitadinho…). Na mesma notícia falaram que a jornalista foi atingida por uma pedra na cabeça, sangrou… e foi atendida no local. Serra riquinho faz tomografia por causa de rolo de durex (ou bolinha de papel?). Jornalista pobre é só atendida no local. Pobre se for esperar tomografia ainda fica 6 meses na fila do SUS. Sem comentários.

Re-lendo o texto lembro das apelações que faziam contra Lula: Collor chegou até a profanar que se o outro ganhasse mudaria a bandeira do Brasil colocando uma estrela vermelha no meio e uma foice e um martelo… rsrsrs

Leia o artigo do vidente Lauro Mattei, abaixo.

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O SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2010 E O RETORNO ÀS ELEIÇÕES DE 1989

LAURO MATTEI – Professor de Economia da UFSC. Reflexão feita em 16.10.2010

O segundo turno das eleições presidenciais de 2010, além de desvelar algumas das principais contradições da sociedade brasileira, revela também alguns métodos que obrigatoriamente nos levam a rever fases históricas anteriores, particularmente o processo eleitoral de 1989 e o seu turno decisivo.

Para as gerações que não viveram aquele momento é importante recordar os principais traços daquele processo eleitoral. Devido ao regime militar, o país voltou a escolher eleitoralmente um novo presidente após as últimas eleições realizadas em 1960, portanto lá se foram quase 30 anos sem se eleger presidentes da república.

No primeiro turno das eleições de 1989 quatro candidaturas representavam as facções da elite brasileira: Aureliano Chaves (agrupava membros do PP e PFL na época representados pela Arena); Guilherme Afif Domingos (representava os democratas cristãos e aliados); Collor de Mello (representava facções das oligarquias atrasadas regionais); e Ronaldo Caiado (representava a direita ultra conservadora e os interesses latifundiários). No campo democrático popular situavam-se as candidaturas de Brizola e Lula e no centro da arena política a candidatura de Mario Covas (PSDB). A disputa colocou Lula e Collor de Mello frente a frente no segundo turno.

É no segundo turno que a campanha eleitoral escancara seus métodos mais arcaicos, preconceituosos e fascistas. Embalada por um lindo clip de Chico Buarque, Gilberto Gil e Djavan e pelo apoio popular, a campanha de Lula se torna uma ameaça real ao poder político dominante. A partir daí a elite conservadora, sem qualquer prurido, usou de todos os métodos disponíveis, destacando-se os piores deles: espalhar o medo, o preconceito, a intolerância e o ódio na sociedade, procurando demonizar a pessoa do candidato Lula.

Vejamos alguns exemplos. Visando deter o avanço da candidatura do adversário e obter apoio da igreja católica, o programa de Collor de Mello levou ao ar durante dias declarações de uma ex-namorada de Lula que afirmava que ele queria ter feito o aborto, mas que ela não concordou (o famoso caso Lurian, filha assumida de Lula). Portanto, estava dada a senha para explorar politicamente uma questão religiosa que tanto divide opiniões na sociedade brasileira e que somente poderá ser decidida com um plebiscito, a exemplo do caso recente das armas: usar o tema do aborto para atingir politicamente o adversário.

Outro método muito utilizado foi espalhar o medo através de uma onda de boataria (como na época não existia internet esse trabalho acabou sendo feito pelas rádios e pequenos jornais de todo o país) que afirmava que se Lula fosse eleito as casas seriam tomadas, a poupança (que na época era uma pequena garantia para classe média e parte da classe popular com acesso à rede bancária devido à crise econômica) seria confiscada e, no limite, as crianças seriam raptadas pelo comunista Lula que não gostava de crianças. Além disso, espalhou-se pelo interior do Brasil que as propriedades dos agricultores seriam tiradas porque Lula queria fazer uma reforma agrária radical.

Além disso, procurou-se identificar a pessoa de Lula como sendo um terrorista. Para tanto, nada melhor do que o gesto de colocar a camiseta da campanha de Lula em alguns dos seqüestradores do empresário Abílio Diniz, durante o resgate efetuado pela polícia uma semana antes do pleito decisivo.

Também se buscou associar a figura de Lula à baderna e à desordem burguesa. No primeiro caso, forjou-se uma grande confusão na reta final das eleições em um comício do candidato adversário na cidade de Caxias do Sul (RS). Tempos depois se soube que os causadores da confusão tinham sido pagos pelos próprios organizadores do evento (campanha de Collor). Para mostrar a possível desordem que tomaria conta do país, associava-se Lula aos grandes movimentos grevistas do final dos anos setenta e início dos anos oitenta.

E para não me alongar mais nesses métodos arcaicos e fascistas, veio o seu golpe final protagonizado pela imprensa burguesa. Registre-se aqui a famosa manipulação do último debate entre os candidatos orquestrada pela Rede Globo de Televisão, com influência decisiva sobre o resultado das eleições.

Todos esses fatos – longe de representar um padrão civilizatório – eram justificados pelas elites, afinal o país precisava reaprender a conviver democraticamente após décadas de regime militar. Os fatos atuais, todavia, parecem demonstrar que uma parte da sociedade brasileira ainda não aprendeu e/ou não consegue conviver com a pluralidade de opiniões e com alguns preceitos básicos da democracia.

Além de resgatar os elementos do processo eleitoral de 1989 (aborto, terrorismo, baderna, preconceito e o medo), o processo eleitoral atual acrescenta alguns fatos novos.

A campanha do adversário da candidata situacionista explora ambos. Sobre o aborto é mais que visível para todos. Sobre terrorismo, a campanha de Serra resgate os preceitos do Presidente Bush Filho que entrou na cruzada do bem contra o mal, não importando quantas vidas ficassem pelo caminho. É por isso que Serra é o “homem do bem”. O tema da baderna aparece sorrateiramente na campanha tentando identificar o passado de luta pela democracia da candidata Dilma como guerrilheira. Neste aspecto, Serra é um péssimo exemplo, pois preferiu a sombra e água fresca das praias chilenas a permanecer no Brasil e lutar junto com os grupos militantes dos quais Dilma fazia parte. O preconceito – que não pode ser usado da mesma forma que foi usado contra Lula, afinal Dilma tem escolaridade superior também – aparece através de campanhas difamatórias procurando atingir o íntimo da candidata adversária. Finalmente, o medo aparece travestido na tentativa de mostrar que a candidata situacionista nunca exerceu nenhum cargo executivo e poderá delegar o poder para outras figuras políticas indigestas à burguesia nacional, enquanto que o candidato oposicionista já exerceu todos os cargos possíveis. Na verdade, esse argumento que agrupa o medo ao preconceito já foi tão bem explorado na campanha eleitoral de 2002 do próprio Serra, ou seja, vive-se hoje uma repetição dos métodos utilizados naquele momento anterior.

Mas há também fatos novos no turno eleitoral atual. O mais importante deles é o preconceito de gênero, pois a sociedade brasileira sempre foi e continua sendo fortemente machista. E é esse machismo que dá origem a campanha de ódio em relação à candidata oficial. Juntando-se isso ao preconceito de classe – afinal o governo atual está muito dedicado ao combate à pobreza – têm-se todos os ingredientes necessários para criar um clima de intolerância que ultimamente se espalha por todos os lugares, particularmente nas escolas fundamentais e básicas, onde até crianças estão sendo utilizadas para disseminar tal método.

Além disso, observa-se um comportamento distinto da mídia nas eleições atuais. Com seus colunistas e formadores de opinião, a mídia impressa e falada fortaleceu seu pacto com todas as demais facções da elite e, diferentemente das eleições de 1994, 1998 e 2002 – em que atuava fazendo denúncias – atualmente procura influir diretamente os resultados eleitorais, seja orquestrando uma campanha midiática contra o Presidente Lula e sua candidata tentando explorar suas tendências totalitárias e contrárias à livre imprensa, seja apoiando diretamente o candidato da oposição, além, obviamente, do contínuo uso dos métodos tradicionais de manipulação das informações.

Estes e muitos outros fatos elucidam a existência de um forte movimento político conservador que toma conta da vida política brasileira, que também pode ser observado em outros países. Talvez o caso mais eloqüente seja o “Tea Party”, movimento conservador extremista fortalecido recentemente nos EUA para se opor as políticas do presidente Obama, que claramente optam pelo apoio as classes sociais menos favorecidas.

Assim, é possível concluir que está em jogo neste momento no país o projeto de sociedade que se quer para o futuro. De um lado, mesmo com todos os desvios e lacunas, encontra-se um projeto democrático e popular que vem sendo construído há décadas e que o Governo Lula é apenas parte dele e, de outro, o projeto das elites que procuram perpetuar a história da sociedade brasileira, cuja marca não é o medo e a intolerância, mas a exclusão social, a pobreza e a miséria de grande parte da população.

Esse último projeto é representado pela candidatura Serra, por isso ela representa um retrocesso para todos os brasileiros.

Jogo Role Playing Games desde 1994 e agronomia desde 1998. Ao entrar nas ciências agrártias, me deparei com alguns professores que, instintivamente, lecionavam com vários toques de RPG, criando simulações o tempo todo com os alunos, fossem em suas aulas ou através de seus textos ou até nas provas. A esses professores inspiradores eu dedico este espaço e espero que um dia se orgulhem disso – Professor Airton Auzani Uberti e Mário Vincenzi são bons exemplos.

Em breve publicarei neste espaço exemplos de como isso pode ser usado.

Em breve

inventando palavras

como tenho esta mania de inventar palavras para tudo, seja proposital ou erroneamente tentando dizer outra coisa, aqui vão algumas dessas pérolas:

ESPADAFÚRDICA = Espada + Estapafúrdica, palavras ou ações absurdas ditas ou realizadas com intenção de cortar as palavras ou ações desagradáveis de outras pessoas.

EM BREVE +

Ontem fiz a segunda extração de Ciso de minha vida, e recomendo!

Sim, agora estou com menos juízo…

sem mais um Molar… o dente 48 no caso = molar inferior direito (é isso?).

(Tá, a dica serve pra quem quiser me dar uma porrada na cara nesta semana… mas em breve estarei bem.)

Venho aqui fazer propaganda da profissional que me atendeu: a cirurgiã dentista Dra. Fernanda Amorim – que atende à Rua Desembargador Vitor Lima (geral da serrinha perto da Igrejinha da UFSC) número 260 – Edificio Madison Center, Sala 204 – Trindade – Florianópolis – Fones (48) 3238-1991 ou o celular me escreve que eu te passo (Mensagens nesta mesma página – Mas já aviso, ela é comprometida).

Eu seria suspeito pra falar no bom e no mau sentido, visto que a dita profissional se trata de uma das minhas antigas ex-namoradas e hoje apenas uma velha amiga. Mas justifico os elogios baseado nos besteiróis que creio: ela é virginiana clássica – o que quer dizer que se trata de uma pessoa absurdamente minuciosa, o que é ótimo no caso de alguém que vai cuidar dos seus dentes. Ela passou tantas recomendações pré e pós operatório que funcionou que foi uma beleza: não doeu nada durante e até agora não tenho sofrido nada com dores. Outro fator positivo é o fato dela ser nova de idade, ter ainda pouca  clientela estabelecia (bons horários e planos) e ainda se manter beeem atualizada tecnicamente. CONVENCI? #Recomendo! :p

Um fator engraçado mas que necessita estudos aprofundados é que em uma pesquisa recente, elaborada por este quem vos escreve nos maiores rigores científicos, comprova que 100% dos agrônomos que trabalham em Floripa na UFSC possuem esposa/namorada com profissão de Artistas ou Dentistas.

(Detalhe que o universo amostral são os 4 agrônomos com quem trabalho, me incluindo, em que 50% namoram artistas – um casado com uma artista plástica e outro namorido de uma atriz – ambas professoras. Os outros 50% um namora e outro é casado com dentista. Se considerarmos um amigo também agrônomo recém-formado e técnico ambiental formado no CEFET-SC, o Júlio da Família Casca, que também namora uma atriz, esta estatística se confirma!)

inspirações da madrugada OU conversas com o travesseiro, em breve num cinema perto de vc!

Fator partido político em um Live RPG vampiro OWBN

Ambiguidades ou dicotomias de um mundo vampiro presentes na proposta de um partido político de fantasia:

A dicotomia tradicional do vampiro: um ser da noite, morto e de certa forma poderoso, mas que depende de sangue humano para viver e pode ser destruído só de ser exposto ao Sol o que o torna absurdamente frágil e ainda assim um ser em busca constante de poder dentro de sua sociedade refletindo as piores ambições humanas.

Toda essa dicotomia e uma infinidade de simbolismos pode aparecer em um partido político criado no jogo de vampiros: PVVB = Partido Verde Vermelho Brasileiro!

Partido político é algo essencialmente humano e que no Brasil também reflete todas as piores ambições humanas e comumente nos lembra os vampiros. Este partido trata de algo essencialmente na moda, em voga, em alta, o que me surpreende de ainda não existir no Brasil: questões sociais e ambientais em um só lugar.

Tem como símbolo a foice e a folha = FF.

Foice cortando a folha (fazendo alusão à foice e o martelo comunistas). A foice refletindo o trabalho, o lado Vermelho: social do discurso, comunista de bandeira e anarquista puro em princípios baseado em Piotr Kropotkin (vejam na wikipedia) o que por si já atrai o outro V (de verde e não apenas de Vampiro). Maravilhoso num discurso ideologista lindo utópico e por mim sonhado. Mas infelizmente deturpado pela modinha… então vamos a ela.

A folha reflete o lado verde, ambiental, ecológico, modinha tanto quanto o social na atualidade mas bem distânte da prática. Que na dicotomia do símbolo a folha aparece sendo cortada pela foice do trabalho. Na real seria mais um partido brasileiro que “sem saber” destrói a natureza em busca de um bem social comum, que seria a desculpa do trabalho?

O FF (Foice+Folha) nos transmite as origens do partido do Hitler. Mera coincidência? Mais um segredo oculto na simbologia indiscreta.

Os números escolhidos para o partido também não foram a toa: 66, que se formar os números de campanha pode facilmente aparecer o 666 que nos remete a Satanás, que nos lembra Caim, patrono dos Vampiros. Tudo a ver com o espírito político brasileiro. Numero de campanha do Yóri: 66606.

PVVB = os dois Vs seguidos lembram dentinhos de vampiros, essa é mais uma ideia de relacionar a política ao jogo, onde ela é absurdamente presente. Falta dizer que um dos dentes ainda é vermelho, como se estivesse sujo de sangue.

Portanto, na real, a minha proposta de criação deste “partido” é uma ideia que pode ser real um dia, mas no fundo do jogo é uma crítica sarcástica ao nosso modelo sociopolítico brasileiro sendo completamente refletido em nosso jogo de RPG One World By Night. Que em verdade vejo como um senhor meio para preparar as pessoas para a vida através do Role Playing, da simulação, através de uma brincadeira saudável e gostosa vivida em outra realidade por apenas um dia por mês.

Uma campanha com fundo bem real

Discurso “na moda” = socioambiental:

Pensei nesta madrugada também em uma das bandeiras de campanha do Ioreci – Yóri da Caieira:

Bicicleta feita de bambu: através de cursos com apoio do governo por meios já existentes (como SESC com apoio do comércio) proporcionar a capacitação de comunidades carentes na cadeia produtiva do bambu, desde seu plantio ecológico, até a confecção e venda de bicicletas de bambu, o que também estimula a essas pessoas a terem hábitos de vida saudáveis além de reduzirem o uso de carros e combustíveis fósseis, gerando melhorias sociais (emprego, ocupação, saúde), econômicas (renda, criação de mais uma cadeia produtiva no mercado) e ambiental (reduz poluição, reduz caos urbano, gera bem estar).

Referências:

http://www.bamboosero.com/index.html

NÃO DEIXEM DE VER

O que acham? O yóri já pode ter tido uma experiência em pequena escala desse projeto nas comunidades carentes que circundam o Ribeirão da ilha e quer repassar isso para todo o estado de Santa Catarina! (UAU, até parece o discurso do ex-governador Luis Henrique)

Yóri da Caieira – Deputado Estadual!

Quer Jogar Live RPG? pra saber mais vá em http://www.rpgfloripa.com.br/

30 jul 2010

3:56 am

por Marcelo Venturi

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